- Tratamento artístico; dramatização da história, criando personagens e sentimentos. Possui um começo, meio e fim.
- Tem um poder revelador, não mostrando só o problema, mas revelando algumas possíveis soluções.
- Tem a intenção de transformar a sociedade, ou seja, não quer só informar, mas fazer agir.
- Aborda problemas sociais.
- Propõe soluções para o problema.
- Possui um caráter educativo.
- Criatividade, que usa o jornalismo autoral (Jornalismo Novo).
Difere-se dos cinejornais, telejornalismo porque esses são mais simples, objetivos, menos curiosos, sem a preocupação de uma mudança social. Os cinejornais subordinam as imagens a um texto já pronto.
A OBJETIVIDADE...
Na Idade Média surge o conceito de razão (ciência). Nesse conceito, toda e qualquer experiência do sujeito acaba sendo excluída (como emoção, ética, estética, beleza, sensações, alma...). Einstein cria a teoria da relatividade, colocando o Sujeito (a subjetividade) em campo.
As mídias então tinham as suas próprias “razões” e isso a deixou muito sensacionalista. Cria-se então um padrão ético (por exemplo, pirâmide invertida) para que as notícias tenham maior credibilidade. Esse padrão é a volta das mídias à objetividade. Os documentários, o novo jornalismo e o novo jornalismo novo buscam a subjetividade usando de criatividade.
AVISO AOS NAVEGANTES
Este blog mudou de endereço!
Agora ele está maior, com todos os conteúdos atualizadíssimos!
Para acessar o novo blog entre em contato por email...
carlos.xavier@ibest.com.br, cadu_gen@hotmail.com (MSN)
Obrigado pela atenção e compreensão!
Carlos Eduardo Xavier
Agora ele está maior, com todos os conteúdos atualizadíssimos!
Para acessar o novo blog entre em contato por email...
carlos.xavier@ibest.com.br, cadu_gen@hotmail.com (MSN)
Obrigado pela atenção e compreensão!
Carlos Eduardo Xavier
Mostrando postagens com marcador RadioJornalismo II. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador RadioJornalismo II. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Documentário e os tipos
As características de um documentário são: possui mais profundidade no assunto; valoriza a criatividade, o artístico; mexe com o público; acaba com a frieza de uma notícia; possui caráter lúdico, educativo e informativo.
Os documentários surgiram para separar aquilo que era ficcional do real, para registrar também a realidade, mas usando de muita criatividade. Podem existir vários tipos de documentários:
Jornalísticos: com temas da atualidade e esteticamente leve.
Históricos: relembrando e reinventando o passado.
Culturais: homenageando, divulgando artistas, estilos, movimentos etc.
Filosóficos ou psicológicos: trabalhando com temas abstratos.
O segredo de um bom documentário está na sua narração, seja ela:
Observacional: não possui narrador; mostra os fatos provocando reflexões; utiliza histórias humanas para comover.
Conduzido pelo repórter: ele costura as informações, dá o contexto, os dados.
Autoral (Observação participativa): o repórter narra a história como membro ativo dela.
Os documentários surgiram para separar aquilo que era ficcional do real, para registrar também a realidade, mas usando de muita criatividade. Podem existir vários tipos de documentários:
Jornalísticos: com temas da atualidade e esteticamente leve.
Históricos: relembrando e reinventando o passado.
Culturais: homenageando, divulgando artistas, estilos, movimentos etc.
Filosóficos ou psicológicos: trabalhando com temas abstratos.
O segredo de um bom documentário está na sua narração, seja ela:
Observacional: não possui narrador; mostra os fatos provocando reflexões; utiliza histórias humanas para comover.
Conduzido pelo repórter: ele costura as informações, dá o contexto, os dados.
Autoral (Observação participativa): o repórter narra a história como membro ativo dela.
Assinar:
Postagens (Atom)