Fase psicossexuais do desenvolvimento
Fase Oral: a boca é a primeira área do corpo que o bebê pode controlar.
Fase Anal: depois a atenção vai para a micção e evacuação.
Fase Fálica: surge a diferenciação sexual.
Fase Genital: busca de satisfação das necessidades eróticas e interpessoais.
Mecanismos de defesa, segundo Freud:
Repressão: "é a rainha de todas as formas de defesa" segundo Freud. Consiste em bloquear coisas indesejadas no inconsciente.
Negação: tentativa de não aceitar um fato.
Racionalização: achar o aceitável em ações não aceitáveis.
Formação reativa: desenvolvido na infância, substitui comportamentos opostos ao que realmente deseja.
Projeção: atribuir a outra pessoa ou coisa característica suas, boas ou más.
Isolamento: isolar-se do próprio pensamento.
Regressão: é a fixação em alguma fase anterior do desenvolvimento psicossexual.
Anulação: ação e anulação; impulso para neutralizar outro impulso.
Somatização: passa sintomas para o corpo em determinadas situações.
Conversão: passa sintomas para o corpo por ocasião de um trauma ou acontecimento.
Voltar-se contra si próprio: agredir a si próprio.
Para Vaillant (1977) existem algumas formas de defesa maduras:
Supressão: expulsão consciente dos pensamentos ruins (como a repressão, mas consciente).
Altruísmo: subordinação a interesses alheios.
Sublimação: desenvolver impulsos proibidos através de forma aceitáveis. Exemplo as obras de arte.
Humor: rir de si mesmo.
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Obrigado pela atenção e compreensão!
Carlos Eduardo Xavier
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segunda-feira, 23 de março de 2009
segunda-feira, 9 de março de 2009
Modelos de Psiquismo
1 – Modelo Topográfico:
Consciente, Pré-consciente e Inconsciente.
Possui uma psicodinâmica: as informações passam de uma “camada” para outra e da outra para a uma. O consciente é o conteúdo manifesto, seguido do conteúdo que memorizamos (como nomes, telefones) e daquele que não temos acesso direto.
2 – Modelo Estrutural:
ID, Ego e Superego.
O ID é regido pelo princípio do prazer. É formado pelos instintos e pulsões que podem ser bons ou maus. Já o Superego é moldado pelo ambiente externo (previsões, regras, limites, culpa, complexo de Édipo). Seu princípio é o que achamos ideal. Por sua vez, o Ego, é regido pelos princípios de realidade (percepções, pensamentos, sentimentos).
O Ego seria como diz Freud, um escravo do ID e do Superego. A busca do prazer e a proibição do mesmo lutam e é o Ego que vai demonstrar o resultado. Por isso o Ego é o único dos três que possui “corpo”. As origens dos conflitos são sempre um desejo e uma defesa, ou contra-desejo.
* Diferentemente da psicologia behaviorista que é só observacional, a experiência subjetiva é fundamental aqui (são exemplos: Inconsciente, determinismo psíquico, experiências infantis, transferência – repetição do passado no futuro –, resistência).
“Não importa o que fizeram de nós, mas o que nós fazemos com o que fizeram de nós”
Consciente, Pré-consciente e Inconsciente.
Possui uma psicodinâmica: as informações passam de uma “camada” para outra e da outra para a uma. O consciente é o conteúdo manifesto, seguido do conteúdo que memorizamos (como nomes, telefones) e daquele que não temos acesso direto.
2 – Modelo Estrutural:
ID, Ego e Superego.
O ID é regido pelo princípio do prazer. É formado pelos instintos e pulsões que podem ser bons ou maus. Já o Superego é moldado pelo ambiente externo (previsões, regras, limites, culpa, complexo de Édipo). Seu princípio é o que achamos ideal. Por sua vez, o Ego, é regido pelos princípios de realidade (percepções, pensamentos, sentimentos).
O Ego seria como diz Freud, um escravo do ID e do Superego. A busca do prazer e a proibição do mesmo lutam e é o Ego que vai demonstrar o resultado. Por isso o Ego é o único dos três que possui “corpo”. As origens dos conflitos são sempre um desejo e uma defesa, ou contra-desejo.
* Diferentemente da psicologia behaviorista que é só observacional, a experiência subjetiva é fundamental aqui (são exemplos: Inconsciente, determinismo psíquico, experiências infantis, transferência – repetição do passado no futuro –, resistência).
“Não importa o que fizeram de nós, mas o que nós fazemos com o que fizeram de nós”
segunda-feira, 2 de março de 2009
Psicanálise
Vimos alguns estudos para entender o comportamento humano. Mas é com a psicanálise que vamos entender a mente humana. Freud foi pioneiro nesse estudo. Ele demonstrou através de alguns casos (usando de hipnose) que a mente tem alguns mecanismos de defesa (ou como chamou: CONVERSÃO). Estes agem no corpo para se defenderem de algo. Um trauma, por exemplo, é uma forma de defesa (um sintoma conversivo).
Então a psicanálise vem para revelar o inconsciente e existem várias modos de perceber essa manifestação, sem usar a hipnose: sonho, associações livres, ato falho, TOC, histeria, lapso de linguagem oral e escrita...
Então a psicanálise vem para revelar o inconsciente e existem várias modos de perceber essa manifestação, sem usar a hipnose: sonho, associações livres, ato falho, TOC, histeria, lapso de linguagem oral e escrita...
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Behaviorismo
Teoria comportamental (baseada no E>R – Estímulo Resposta). Está ligado com o aprendizado de hábitos, da vivência.
POVLOV (Ivan Petrovitch Pavlov)
Condicionamento Clássico
Realizou uma experiência com cachorros: 1º Ofereceu comida e o animal salivou. 2º Bateu um sino e o animal não salivou. 3º Deu comida e bateu o sino ao mesmo tempo e obteve a salivação do animal. 4º Bastava bater o sino que o animal salivava.

Com essa experiência, ele condicionou o animal a ter certa resposta num determinado momento (ao ouvir o sino). Isso para a psicologia em humanos é importante para detectar traumas e medos. Os humanos vivem fazendo esses tipos de associações: lembramos de algo ou alguém ao ouvirmos determinada música, ao vermos determinado local, ao sentirmos determinados cheiros etc.
SKINNER (Burrhus Frederic Skinner)
Condicionamento Operante
Realizou uma experiência com ratos: 1º Deixa o animal 24h sem alimento (água). 2º Coloca numa caixa especial (Caixa de Skinner), onde tem uma alavanca e ensina o animal a apertar a alavanca, pois só assim ele pode obter a refeição. 3º Após observar que ele já sabe perfeitamente como obter alimento, deve ensinar ele que ele só recebe alimento se não apertar a alavanca.


Com essa experiência, ele condicionou o animal para ele obter algo desejado. Depois ele “descondicionou” o animal. Nos humanos vemos essa experiência, por exemplo, nas viagens: ao chegar numa cidade você procura um local para comer. Se der tudo certo, você sempre, ao voltar na cidade, irá comer naquele mesmo local. Nas publicidades nós vemos muito isso: ao vender o produto te dão algo que traga felicidade (Como viagens, festas, prêmios etc), assim o consumidor ficará condicionado a comprar sempre daquela marca para poder reviver aquela felicidade, aquela satisfação.
BANDURA (Albert Bandura)
Aprendizagem por observação
POVLOV (Ivan Petrovitch Pavlov)
Condicionamento Clássico
Realizou uma experiência com cachorros: 1º Ofereceu comida e o animal salivou. 2º Bateu um sino e o animal não salivou. 3º Deu comida e bateu o sino ao mesmo tempo e obteve a salivação do animal. 4º Bastava bater o sino que o animal salivava.

Com essa experiência, ele condicionou o animal a ter certa resposta num determinado momento (ao ouvir o sino). Isso para a psicologia em humanos é importante para detectar traumas e medos. Os humanos vivem fazendo esses tipos de associações: lembramos de algo ou alguém ao ouvirmos determinada música, ao vermos determinado local, ao sentirmos determinados cheiros etc.
SKINNER (Burrhus Frederic Skinner)
Condicionamento Operante
Realizou uma experiência com ratos: 1º Deixa o animal 24h sem alimento (água). 2º Coloca numa caixa especial (Caixa de Skinner), onde tem uma alavanca e ensina o animal a apertar a alavanca, pois só assim ele pode obter a refeição. 3º Após observar que ele já sabe perfeitamente como obter alimento, deve ensinar ele que ele só recebe alimento se não apertar a alavanca.


Com essa experiência, ele condicionou o animal para ele obter algo desejado. Depois ele “descondicionou” o animal. Nos humanos vemos essa experiência, por exemplo, nas viagens: ao chegar numa cidade você procura um local para comer. Se der tudo certo, você sempre, ao voltar na cidade, irá comer naquele mesmo local. Nas publicidades nós vemos muito isso: ao vender o produto te dão algo que traga felicidade (Como viagens, festas, prêmios etc), assim o consumidor ficará condicionado a comprar sempre daquela marca para poder reviver aquela felicidade, aquela satisfação.
BANDURA (Albert Bandura)
Aprendizagem por observação
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